A pergunta mais comum de quem começa a trabalhar por conta é também a que mais gera prejuízo quando respondida no chute.
Comece pelo custo da sua hora
Some o que você precisa ganhar por mês, divida pelas horas que consegue de fato vender (não pelas horas do mês — metade do seu tempo vai para prospecção, orçamento e retrabalho). O número que sai daí é o seu piso, não o seu preço.
Cobre por projeto, não por hora
Cobrança por hora pune quem fica mais rápido com o tempo. Estime as horas, aplique sua taxa, some uma margem para revisão e apresente um valor fechado. O cliente prefere previsibilidade, e você fica livre para melhorar seu processo.
Considere o valor entregue
Uma landing page que gera vendas para uma operação de R$ 200 mil por mês vale mais do que a mesma página para um projeto que ainda não faturou. Não é sobre cobrar diferente pelo mesmo trabalho — é sobre reconhecer que o escopo real muda com o risco envolvido.
Fuja da espiral do preço baixo
Cobrar barato para ganhar volume significa mais clientes, mais reuniões e mais revisões pelo mesmo faturamento. E o cliente que escolheu você pelo preço vai embora no primeiro que cobrar menos.
Deixe o valor visível no mural
No MuralFreela o orçamento aparece no anúncio antes do contato justamente para você não gastar tempo em conversa que não fecha. Se o valor não cabe, você pula — sem desgaste de negociação.